Desde 30 de janeiro deste ano, o CPF passou a ser o principal número de identificação dos usuários do Sistema Único de Saúde (SUS), conforme anunciado pelo Ministério da Saúde. A mudança substitui o número do Cartão Nacional de Saúde (CNS) como referência principal nos atendimentos, centralizando os dados do paciente em um único registro.
Com a nova regra, o cidadão passa a informar apenas o CPF ao
buscar atendimento nas unidades de saúde. Os novos cartões do SUS já estão
sendo emitidos com o CPF em destaque, enquanto o CNS permanece como
identificador secundário. A medida contribui para eliminar cadastros duplicados
e inconsistentes — mais de 54 milhões de registros já foram inativados desde
julho de 2025.
A iniciativa integra o CPF ao CadSUS e a outras bases
governamentais, fortalecendo a transformação digital do SUS, a segurança das
informações e a eficiência da gestão pública. Pessoas sem CPF continuam sendo
atendidas normalmente, por meio de cadastro temporário. A meta é que, até abril
de 2026, todos os registros ativos do SUS estejam vinculados ao CPF.


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